domingo, 16 de agosto de 2009

SOCORRO!!!!! Não arranjo namorado!!!!

Não arranja porque não quer! Ou porque é ele é gordo, ou porque não ganhar o suficiente, ou porque é feio, ou porque é parvinho. Há sempre uma desculpa para quando não nos queremos apaixonar!Mas se realmente se quer apaixonar estas desculpas deixam de fazer sentido! Por isso não seja tão exigente, deixe-se levar. Quem não sabe se o homem gordo não emagrece ou não é aumentado no emprego. O destino é imprevisivel!
Nós apaixonamo-nos quando no nosso interior há uma mudança. Queremos dar uma volta de 180º. Quantas vezes não mudámos o corte de cabelo e não nos sentimos pessoas diferentes, até mesmo com uma nova personalidade? Pois é minha cara, quando em si se dá um renascer de um novo eu, tudo pode acontecer, incluindo apaixonar-se. Pense deste modo: quando estamos felizes com o que temos, como por exemplo com o corte de cabelo, simplesmente não mudamos! Se estamos felizes com o nosso companheiro, não nos apaixonamos por outra pessoa. Contudo, se há algo em nós que não está bem, que não está completo ou satisfeito, então aí dá-se uma mudança, daí querermos mudar, querermos nos apaixonar.
Por isso não se revolte com o facto de não ter encontrado ninguém, porque quando se está disposta a novas paixões, elas de facto acontecem. É uma questão de querermos mudar algo em nós e querermos exprimentar algo novo sem ter qualquer tipo de medo!
Go ahead!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Amores impossíveis

Não há amores impossíveis! No amor não barreiras, nem problemas impeditórios.
O que há são amores menos prováveis. Ter uma relação com George Clonney não é impossível, é simplesmente improvável, porque ele vive do outro lado do oceano e não frequentamos os mesmo sitios, nem a mesma praia ou café (até porque ele tem uma nespresso), contudo é simplesmente improvável, quem não me diz que um dia ele vem a Portugal e cruzamos o olhar e não nos apaixonamos?? Volto a dizer: o amor é irracional e imprevisivel. Nunca se sabe e é essa incerteza e esperança que torna tudo tão bonito ao mesmo tempo que agonizante.
Aquele homem com quem nos cruzamos na pastelaria, casado e com filhos, mas que tem um sorriso de cair para o lado é um romance improvável, mas não impossivel, ele pode se divorciar e sorrir para nós e tudo o que daí pode advir.
Nunca podemos desanimar ou achar que tal não pode acontecer, porque pode!!!
Apaixonarmo-nos por alguém que nem olha para nós é dificil e nem sempre o nosso coração resiste a isso. Mas quantas vezes já passámos por aquele corredor de supermercado e não reparámos no champô que realmente queriamos?E um dia sem darmos conta nem sabermos porquê olhamos para a prateleira e lá está ele, no mesmo sitio onde sempre esteve. E isto acontece a todos.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Relações light: uma nova modalidade de amar

Relações light... como isto me preocupa! E garanto-vos que me preocupa mesmo a sério.
Olho à minha volta e vejo uma obsessão louca por tudo o que é light, incluindo as relações amorosas. Onde é que já se viu o amor light?!?!
Estas relações caracterizam-se, essencialmente, pela ligeireza de sentimentos, e a interacção entre os amantes é de um completo desprezo.
Conhecer o outro já está fora de questão: diz -se logo no ínicio "não precisas de me contar o teu passado, agora é que interessa, o que vamos viver daqui para a frente". Esta atitude revela um total desinteresse pela vida do outro. Quem ama, quem gosta de verdade quer saber o passado do seu amado, quer sentir que fez parte daquela vida, mesmo sem o ter feito.
Outra caracteristica desta modalidade de amar é o facto de quando há um problema, ou mesmo quando um dos dois descobre um defeito no outro não existe a vontade de resolver a situação, a única vontade é de abandonar o barco. Ninguém quer preocupações para além das suas próprias preocupações. Ninguém pretende aturar os defeitos e manias de alguém que, no fundo mal se conhece ou que não se quis conhecer, ou por quem não se sente empatia, porque no fundo nunca se desejou ter empatia por essa pessoa.
Muitas destas relações são o resultado das necessidades físicas e emocionais dos sujeitos, ou seja, estas pessoas acabam por só ter apenas relações porque sentem falta de algo, mas assim que os seus desejos estão saciados, a relação perde o significado.
Outra vertente das relações light é quando se fala de relação aberta. É inteiramente impossivel amar-se e deixar o outro livre para manter outra relação, mesmo esta sendo exclusivamente sexual. Quem realmente ama é possessivo, no sentido de querer só para si a intimidade do outro, não conseguindo partilhar com mais ninguém. Isto parece um pouco psico, mas é inteiramente compreensivel. Vejamos por este ponto: se alguém conseguir deixar o seu companheiro ir para a cama com outra pessoa, defendendo que é apenas sexo, essa pessoa é fantasticamente racional, mas o amor não é lógico, logo não pode amar no verdadeiro sentido de amar. Mais tarde, voltarei a explicar melhor esta questão da possessão.
Esta leveza de relações acaba por ser o fruto da sociedade em que vivemos, e não a culpo por isso, é algo extremamente natural e que com o passar do tempo acredito que se vai voltar ao romantismo excessivo.